La rentrée

August 21, 2006

Este vai ser rápido e duro (o duro nem sempre é mau, o rápido é que tem as suas alturas em que é pior):

  • Os festivais foram bons, obrigado a quem perguntou. As mamalhudas não deram com a tenda (ver post anterior), mas felizmente nunca dormimos sozinhos. Ainda doem as costas, e há quem ainda se queixe das ressacas.
  • Ver a Sibilla em Paredes de Coura (o instinto já nos dizia que ia acontecer, com Bauhaus no programa) foi priceless. Desculpa não nos termos aproximado para dizer “pwnd”, provavelmente não estavamos bêbedos o suficiente. Ah, e ficas melhor sem pinturas à cantor dos KISS.
  • Esses outros blogs que tomaram como inspiração este para agora falar de porcas, mamalhudas, “gajas bem boas” e outras que tais, podem tirar uns meses de férias, porque o original voltou.
  • Essa gente que continua a insistir na ideia de processar seja quem for que faça um favor à sociedade primeiro: peguem nas filhas, amigas, vizinhas, ou irmãs (as tais que foram “visadas” aqui no blog) e expliquem-lhes o que é “roupa”, a “lingua portuguesa”, “decência” e “sentido de humor”. Se depois disso ainda tiverem vontade de seja o que for, matem-se.

Provavelmente haveria muito mais a dizer. Afinal de contas o mundo continua o mesmo do que era há um mês atrás quando fomos de férias e vos abandonámos (com pena nossa, oh fieis leitores) – por isso nós por cá, continuamos. Prometem-se posts sobre badalhocas já para hoje à noite.

De duas pequenas frases se faz este post, caros leitores: “Sudoeste” e “Paredes de Coura”. Os vossos fieis escritores vão andar pelos festivais, por isso se se lembrarem, gritem por nós. Este ano, até unicórnios descem do céu. Ok, talvez apenas 3 unicórnios. Ou dois. Mas com duas porcas mamalhudas montadas em cada um. A beber frize. Ou pleno. Ou stouts. E a cantar o hino da alegria. Ok, podem não ser mamalhudas. E podem não saber cantar. E se quiserem, caguem nos unicórnios e venham é ter às nossas tendas, sim?

Muito obrigado.